É impossível falar de séries dos 80's sem falar de KIT e de Michael Knight. Outra magnífica série de acção. Quantos de nós ainda se lembram de acreditar que o KIT, andava mesmo sozinho? E quantos de nós ainda se lembram de ficar assustados com o Karr, o maléfico protótipo de KIT? Agora que KIT volta a estar na moda, surgindo um novo filme que vai dar um novo condutor ao carro, e que vai servir como pontapé de saída para uma nova série, vale a pena recordar o original.
Já agora, aqui têm um cheirinho do que vai ser a nova série (prometemos novos posts com mais actualizações sobre o assunto)
j
Thursday, 4 June 2009
Series
Agora que os 80's estão mais na moda do que nunca, aqui vai a recomendação de algumas séries que marcaram essa década. Primeiro temos o A-Team, ou em portugês, o esqudrão classe A. Uma das melhores séries de acção, humor e de espírito de equipa que se fez até hoje. São 5 temporadas. Os episódios giam à volta de uma equipa de elite de ex-combatentes do vietname, que foi acusada de um crime de guerra que não cometeu. Essa equipa foi presa, mas conseguiu escapar, vivendo fugida da polícia do exécito dos EUA. São quatro elementos: Hannibal Smith, B.A Baracus, Templeton Peck (Face) e Murdock. Estravagantes e irreverentes, sobrevivem como soldados da fortuna, ajudando pessoas que tenham problemas com rufias, enquanto fogem à polícia do exército. Divertida, louca, e com muita, muita acção, aqui está uma série clássica para ver e rever.
J
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Thursday, 7 May 2009
Series
Cá estão as bases bibliográficas que usamos para a nossa apresentação e também os filmes que exemplificam a matéria:
Para comparação entre a evolução das series, no primeiro caso temos I Love Lucy, uma das primeiras series a ser feita que conta com apenas um enredo por episódio, ou seja apenas uma problematica e acção de cada vez.
Em comparação outra serie ER-Seviço de Urgencia que conta com cerca de 15 enredos e interligações de enredos por episódio aumentando a actividade cerebral do espectador!
Este excerto de Family Guy exemplifica a cultura geral que é necessária para entender este tipo de series:
Esta imagem mostra a comparação dos enredos entre as series, podemos portanto detectar a sua evolução:

Liks de websites:
http://www.gossipgirlinsider.com/ - -site de fans e spoillers de Gossip Girl
http://www.tvguide.com/News/MegaBuzz-Greys-Housewives-1005540.aspx http://ausiellofiles.ew.com/2009/04/ask-ausiello--3.html- Links de uma revista com spoillers ás series de tv
http://portugalseries.net/?p=198 -Link de download de series
http://gossipgirl-blog.cwtv.com/ -Blog oficial da serie Gossip Girl
http://www.cwtv.com/thecw/ggmusic -Link á página da música da série Gossip Girl
Para comparação entre a evolução das series, no primeiro caso temos I Love Lucy, uma das primeiras series a ser feita que conta com apenas um enredo por episódio, ou seja apenas uma problematica e acção de cada vez.
Em comparação outra serie ER-Seviço de Urgencia que conta com cerca de 15 enredos e interligações de enredos por episódio aumentando a actividade cerebral do espectador!
Este excerto de Family Guy exemplifica a cultura geral que é necessária para entender este tipo de series:
Esta imagem mostra a comparação dos enredos entre as series, podemos portanto detectar a sua evolução:

Liks de websites:
http://www.gossipgirlinsider.com/ - -site de fans e spoillers de Gossip Girl
http://www.tvguide.com/News/MegaBuzz-Greys-Housewives-1005540.aspx http://ausiellofiles.ew.com/2009/04/ask-ausiello--3.html- Links de uma revista com spoillers ás series de tv
http://portugalseries.net/?p=198 -Link de download de series
http://gossipgirl-blog.cwtv.com/ -Blog oficial da serie Gossip Girl
http://www.cwtv.com/thecw/ggmusic -Link á página da música da série Gossip Girl
Monday, 20 April 2009
Balanço: blog vs comunidade
O blog é sem dúvida uma ferramenta que nos possibilita maior liberdade sobre o design e estrutura do mesmo. Podemos escolher onde queremos por as aplicações (tais como as barras de
Web 2.0
Os nossos preferidos:
Poupee girl -que consideramos ter a capacidade de nos tornar addicted uma vez que é ultra interactivo e as actividades que nos possibilitam são divertidas!
Couch surfing -somos adeptos das viagens e como tal adoramos esta aplicação que permite a interacção de várias pessoas cujo objectivo é o mesmo: viajar!
Skype- já tinhamos conhecimento desta aplicação que consideramos absolutamente fantastica! È uma aplicação sem dúvida com futuro uma vez que permite telefonar completamente de borla para os nossos conhecidos!
Poupee girl -que consideramos ter a capacidade de nos tornar addicted uma vez que é ultra interactivo e as actividades que nos possibilitam são divertidas!
Couch surfing -somos adeptos das viagens e como tal adoramos esta aplicação que permite a interacção de várias pessoas cujo objectivo é o mesmo: viajar!
Skype- já tinhamos conhecimento desta aplicação que consideramos absolutamente fantastica! È uma aplicação sem dúvida com futuro uma vez que permite telefonar completamente de borla para os nossos conhecidos!
Sunday, 29 March 2009

Leituras em dia: "tudo o que é mau, faz bem" e "is google making us stupid?"
Steven Johnson apresenta-nos a ideia de que a atenção negativa que damos aos video jogos tem uma justificação linearmente temporal, ou seja, imaginando a situação de que os video jogos haviam surgido antes dos livros teriamos uma opinião possivelmente alternada face a cada um. Considerariamos, por exemplo, os livros discriminatórios face a todos os dislexicos no mundo assim como nos assustaria a ideia de passarmos horas e horas encerrados em bibliotecas frias e impessoais a ler ( se é que esta imagem já não nos assusta mesmo!)
No fundo o que o autor pretende demonstrar é que por vezes nos esquecemos que os video jogos contém vantagens à aprendisagem e desenvolvimento do ser humano, tal como os livros. Se ao lermos estamos a cultivar a nossa imaginação ao criar mos na nossa mente um mundo que nos è descrito pelo escritor, nos video jogos este espaço já nos está criado mas temos a possibilidade de interagir com ele, modificando-o, fazemos nós a história. Se ao lermos estamos a desenvolver capacidades individuais importantes, a redobrarmos a nossa capacidade de concentração, ao jogarmos um videojogo desenvolvemos também a nossa atenção relativa a vários aspectos simultaneos e se jogarmos em rede estamos a interagir com amigos ou conhecidos, não estando propriamente sozinhos.
Os video jogos e os livros devem portanto completar-se ao invez de tentarmos sobrepor um ao outro.
O filme Final Cut
A possibilidade da nossa vida ser gravada num microchip inserido no nosso cerebro à nascença parace à primeira vista intrusiva e com uma ética duvidavel! Para quê deixarmos para trás uma memória visual como testemunho da nossa vida que se na realidade estaremos mortos e sem possibilidade de a visionarmos? No entanto, não podemos negar que esta ideia tem um certo fascínio!

Saber que as nossas memórias, com a ajuda de um profissional, acabaram por ser um marco da nossa existência, que será exibido como uma masterpiece primeiro na cerimonia fúnebre e depois quem sabe noutras diversas ocasiões. O filme tem a particularidade de não ter qualquer tipo de referencia temporal, não sabemos de facto se estamos a lídar com um futuro proximo ou com o presente se a tecnologia dos micro chips tivesse sido desenvolvida á vinte anos atrás de forma a concretizar a ideia do implante Zoe. Se calhar, analisando bem a situação, pode ser que não nos encontremos assim tão distantes desta tecnologia e podemos estar a vive-la de uma forma ligeiramente diferente. Podemos não ter um video inteiro da nossa vida mas temos o Facebook e o Hi5 onde literalmente enfiamos toda a informação que pretendemos sobre a nossa vida: quem somos, onde estudamos, quem são os nossos amigos, quais os nossos gostos musicais, etc. Depois alimentamos o monstro escrevendo no mural uns dos outros comentando o quão nos divertimos ontem na festa, depois fazemos tambem o download das fotosgrafias e dos videos da noite em questão e já agora comentamos as fotografias que um outro amigo qualquer pôs. E como quem não quer a coisa, acabamos por revelar o nosso quotidiano ao público. Tudo está a nú: todos sabem onde vamos, o que sentimos ou estamos a fazer (através do nosso status). Apesar de ainda retermos controlo sobre o que decidimos revelar ou não nestas comunidades isto torna-se cada vez mais dificil. Se decidirmos retirar do nosso status que estamos numa relação automaticamente todos os conhecidos que temos nesta web vão ter saber. È o implante Zoe em directo!
A grande diferença parece estar no facto de não termos acesso ás imagens do implante até morrermos e nessa altura estamos na mão dos cutters que ganham o papel de “juízes” ou “confessores” e que analisam ao pormenor toda a gravação decidindo o que serve e o que não serve. Passando a pente fiu, todas os bons momentos, e também aquelas vezes em que mentimos, roubamos ou mesmo fizemos algo de mal. Cautelosamente no fim o cutter junta todas as memórias construíndo aquilo que parece ser o resumo da nossa vida pronta a ser exibida ao público!

No noso contexto o facebook assume em vez de juíz, o papel de fofoqueiro: a entidade que divulga tudo o que há para saber de todos, expõem todos sem dó nem piedade! É a Gossip Girl da serie juvenil norte americana! È o jornalista que vende absolutamente tudo quer a noticia seja sobre um estranho ou sobre o melhor amigo . Não há morais nem ética pois como poderia o facebook ter ética, se é apenas uma ferramenta criada, desenvolvida e alimentada por todos nós?
No fundo o que o autor pretende demonstrar é que por vezes nos esquecemos que os video jogos contém vantagens à aprendisagem e desenvolvimento do ser humano, tal como os livros. Se ao lermos estamos a cultivar a nossa imaginação ao criar mos na nossa mente um mundo que nos è descrito pelo escritor, nos video jogos este espaço já nos está criado mas temos a possibilidade de interagir com ele, modificando-o, fazemos nós a história. Se ao lermos estamos a desenvolver capacidades individuais importantes, a redobrarmos a nossa capacidade de concentração, ao jogarmos um videojogo desenvolvemos também a nossa atenção relativa a vários aspectos simultaneos e se jogarmos em rede estamos a interagir com amigos ou conhecidos, não estando propriamente sozinhos.
Os video jogos e os livros devem portanto completar-se ao invez de tentarmos sobrepor um ao outro.
O filme Final Cut
A possibilidade da nossa vida ser gravada num microchip inserido no nosso cerebro à nascença parace à primeira vista intrusiva e com uma ética duvidavel! Para quê deixarmos para trás uma memória visual como testemunho da nossa vida que se na realidade estaremos mortos e sem possibilidade de a visionarmos? No entanto, não podemos negar que esta ideia tem um certo fascínio!

Saber que as nossas memórias, com a ajuda de um profissional, acabaram por ser um marco da nossa existência, que será exibido como uma masterpiece primeiro na cerimonia fúnebre e depois quem sabe noutras diversas ocasiões. O filme tem a particularidade de não ter qualquer tipo de referencia temporal, não sabemos de facto se estamos a lídar com um futuro proximo ou com o presente se a tecnologia dos micro chips tivesse sido desenvolvida á vinte anos atrás de forma a concretizar a ideia do implante Zoe. Se calhar, analisando bem a situação, pode ser que não nos encontremos assim tão distantes desta tecnologia e podemos estar a vive-la de uma forma ligeiramente diferente. Podemos não ter um video inteiro da nossa vida mas temos o Facebook e o Hi5 onde literalmente enfiamos toda a informação que pretendemos sobre a nossa vida: quem somos, onde estudamos, quem são os nossos amigos, quais os nossos gostos musicais, etc. Depois alimentamos o monstro escrevendo no mural uns dos outros comentando o quão nos divertimos ontem na festa, depois fazemos tambem o download das fotosgrafias e dos videos da noite em questão e já agora comentamos as fotografias que um outro amigo qualquer pôs. E como quem não quer a coisa, acabamos por revelar o nosso quotidiano ao público. Tudo está a nú: todos sabem onde vamos, o que sentimos ou estamos a fazer (através do nosso status). Apesar de ainda retermos controlo sobre o que decidimos revelar ou não nestas comunidades isto torna-se cada vez mais dificil. Se decidirmos retirar do nosso status que estamos numa relação automaticamente todos os conhecidos que temos nesta web vão ter saber. È o implante Zoe em directo!
A grande diferença parece estar no facto de não termos acesso ás imagens do implante até morrermos e nessa altura estamos na mão dos cutters que ganham o papel de “juízes” ou “confessores” e que analisam ao pormenor toda a gravação decidindo o que serve e o que não serve. Passando a pente fiu, todas os bons momentos, e também aquelas vezes em que mentimos, roubamos ou mesmo fizemos algo de mal. Cautelosamente no fim o cutter junta todas as memórias construíndo aquilo que parece ser o resumo da nossa vida pronta a ser exibida ao público!

No noso contexto o facebook assume em vez de juíz, o papel de fofoqueiro: a entidade que divulga tudo o que há para saber de todos, expõem todos sem dó nem piedade! É a Gossip Girl da serie juvenil norte americana! È o jornalista que vende absolutamente tudo quer a noticia seja sobre um estranho ou sobre o melhor amigo . Não há morais nem ética pois como poderia o facebook ter ética, se é apenas uma ferramenta criada, desenvolvida e alimentada por todos nós?
Thursday, 19 March 2009
Comunidade Travelling Chapters

Criámos a nossa comunidade - Travelling Chapters! Uma comunidade sobre viagens, sobre as viagens que nós fazemos ou que gostaríamos de fazer. Estas viagens serão dentro e fora do país. Escolhemos este tema porque achámos interessante e sempre pensámos que seria útil ter alguma orientação quando vamos fazer uma viagem. Apesar de não ser a opinião de alguém especialista, tal como a web social representa, qualquer pessoa pode dar a sua contribuição. Assim, nós queremos partilhar as nossas experiências pessoais boas e más e esperamos obter um feed-back positivo.
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